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Comportamento e Pensamento Suícida

   O suicídio ainda é um tema tabu em nossa sociedade. Por convicções religiosas, morais ou por não sabermos como agir em situações assim, evitamos falar sobre isso. Muitos de nós acreditamos que falar sobre o suicídio aumenta a probabilidade de que a pessoa irá passar ao ato. Ao invés de acolher o sofrimento do outro, frequentemente nos silenciamos.

  É importante diferenciar três atitudes diferentes frente ao suicídio, mas que podem ser complementares. Essa observação é relevante tanto para os clínicos quanto para aqueles que se identificam com essas atitudes. A primeira atitude é do nível do pensamento e ela é mais recorrente, mas não por isso não deve ser igualmente levada a sério. Nesse nível, é comum as pessoas relatarem sensações de desesperança e perda do sentido da vida. O segundo nível, onde o alerta deve aumentar, é quando existe um plano traçado. O terceiro nível consiste na tentativa de suicídio em si. Deve-se ter alerta para todas as atitudes, pois o principal fator de risco para o suicídio é uma tentativa prévia.

   O comportamento e o pensamento suicida é um assunto sério e deve ser tratado com profundo respeito observando os valores culturais, religiosos, morais e filosóficos. Lembre-se: você não está sozinho!

Matheus Felix Ribeiro possui formação em Comportamento suícida: avaliação e manejo pela  Artmed.

Atenção: Este site não oferece tratamento, suporte ou aconselhamento imediato para pessoas em crise suicida. 
Em caso de crise,
disque 188 para falar com o Centro de Valorização da Vida (CVV), ou acesse seu site www.cvv.org.br.

Em caso de emergência, procure atendimento médico imediatamente.

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